Posted 14 hours ago

O menino e o lobo

Vou lhes contar uma estória:

Era uma vez um povoado. Ele ficava em meio a florestas lindas e rios, cujas águas eram verdes como jade e transparentes como diamantes.

O povo era feliz, nessa cidade não tinha religião, nem um governo opressor que roubava de todos para dar a eles mesmos. Não havia nem preconceito racial ou pobreza.

E a coisa mais preciosa desse povoado eram as suas ovelhinhas. Elas eram fofinhas, gordinhas, tinham pelos branquinhos como nuvens e macios como peitos de garotas semi-adolescentes entre 19 e 22 anos de idade.

As ovelhas eram amadas por todos e todos tinham suas próprias ovelhinhas. Todos cuidavam delas porque elas não conseguiam se defender sozinhas do lobo que ficava pelos arredores da cidade.

O lobo tinha dentes grandes, era grande, gordo, ouvia bruno e marrone e sempre tentava comer as ovelinhas.

Havia um garoto especial na cidade. Mas não especial como aquelas crianças com síndrome de down; ele era um garoto esperto, era querido por muitas pessoas e sempre queria fazê-las rir.

Um dia, ele saiu gritando pela cidade que o lobo estava no celeiro de uma fazenda, com todas as ovelhinhas da cidade. Todos ficaram preocupados e foram correndo para o celeiro ver o que havia acontecido.

Esperançosos, mas já acreditando no pior, os cidadãos chegaram ao celeiro e, ao abrir a porta, viram que não tinha lobo algum dentro do celeiro. Ficaram aliviados e falaram que o garoto teve a atitude correta ao avisar a todos o que havia acontecido.

Sem ter sua trollagem percebida por alguém, o garoto, travesso, pensou: “olha que engraçado, fiz todos da cidade gostarem de mim por ter avisado que o lobo estava aqui!”.

Com essa ideia na cabeça, o garoto, na semana seguinte, avisou a todos da cidade que tinha visto o lobo comendo umas ovelhas atrás de uma moita perto da saída da cidade. E todos foram correndo atrás do lobo para ver o que estava acontecendo.

Mas, de novo, não havia nada lá.

Aos poucos, o povo da cidade começou a suspeitar do garoto, achando que ele apenas estava brincando com a preocupação de todos em cuidar das ovelhas. Começaram a achar que o garoto não ligava para as ovelhas e nem para a cidade. Aos poucos, começaram a recalcar o garoto de uma forma nunca antes vista.

Um dia, o garoto solitário, ouvindo música emocore no parapeito da janela, viu, de fato, o lobo chegando pela avenida principal da cidade e entrando na fazenda, onde havia uma grande quantidade de ovelhas dormindo.

O garoto saiu correndo, gritando, tocou as campainhas, mandou mensagens no whatsapp para amigos, mas ninguém acreditou nele. As pessoas fecharam as janelas, apagaram as luzes, seus amigos visualizaram sua mensagem mas não responderam.

E o lobo comeu todas as ovelhinhas. Enquanto olhava nos olhos do garoto.

No dia seguinte, todos acordaram normalmente, até que o primeiro habitante percebeu que as ovelhas haviam sumido.

O garoto, incompreendido, falou: “se tivessem me ouvido, nada disso teria acontecido”.

E a única resposta que ele ouviu: “você quis fazer graça e mentiu, a culpa é sua que minha ovelhinha sumiu”.

O garotinho voltou para casa, triste e sozinho.

Abriu a janela, chorando um pouquinho.

Olhou para o quintal, e não viu sua ovelhinha.

Entrou em seu blog e postou: 

- Quem me dera, voltar no tempo e amar de novo meu amorzinho.

Achei legal transcrever aquela fábula entre o garoto falastrão e a cidade que não acredita mais nele.

Por quê é um pouco do reflexo da minha relação com as mulheres.

Acho que, por ser aberto com meus amigos e contar minhas experiências, passo uma ideia um tanto quanto misógena em minhas relações com mulheres.

Talvez por isso, meus amigos falam que eu nunca vou ter alguém que me ame.

Talvez por isso, não sou o homem que as mulheres que eu quero decidem amar.

A única coisa que me resta é mudar.

E nunca parar de tentar. Porque se é isso que eu realmente quero, eu espero, sei que algum dia vou encontrar.

Posted 16 hours ago
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Silversun Pickups - Substitution

Posted 16 hours ago
PUG É TRETA CUZÃO

PUG É TRETA CUZÃO

Posted 16 hours ago

Novos Preconceitos

Hoje em dia, com os fenômenos sociais emergentes, tais como a globalização, especialmente as redes sociais, verifica-se um novo tipo de preconceito: o CAIU NA NET.

Junto com preconceito racial, religioso, sexual, “estratificação social”, geográfico, surge um novo tipo de preconceito, que eu gosto de nomear de “fenômeno caiu na net”.

Não caracterizado apenas pelas garotas danadas que caem na net em vídeos eróticos, mas também a todo e qualquer tipo de pessoa que tenha ficado “famosa” por causa da internet.

Por exemplo: Nissim Ourfali.

Esse garoto radical fez um vídeo sensacional mostrando seu dia-a-dia e suas viagens com a família. Ele foi escrotizado ao máximo… foi parodiado, xingado, e provavelmente nunca vai ver uma prexeca ao vivo.

Garota do sanduíche de BUC&¨%@

Obviamente uma garota com sonhos de ser chef de cozinha, resolver inovar em um sanduíche usando seus dotes pessoais. Maria Madalena foi o nome mais suave de que fora chamada.

E muitos são os exemplos de pessoas que caíram na net tentando mostrar um pouquinho mais de suas vidas pessoais e que foram escrachados ao máximo, por justamente terem partes particulares de suas vidas mostradas a milhões de pessoas ao mesmo tempo (o que permite outro fenômeno: a zuera HEUHEUHEUHEUHEU).

Com essa forte exposição causada pela mídia e pela falta de noção das pessoas, esse novo tipo de preconceito é criado. E você nunca mais vai respeitar o Nissim Ourfali, justamente porque ele é Nissim Ourfali.


Todos queremos ser famosos, precisamos ter cuidado para saber como começamos essa fama.

Posted 16 hours ago
Posted 17 hours ago

Petit Gateau

Essa piada foi feita da seguinte maneira:

Petit Gateau é uma sobremesa composta por um bolinho de chocolate, com chocolate derretido por dentro; acompanhado de uma bola de sorvete (preferencialmente de creme).

Petit - pequeno em francês

Gateau - sonoridade = gatô, ou seja, gato.

na imagem, coloquei a foto de um GATINHO.

AWNNNAWNAWANWNANWA

vomitem arco-íris

Posted 17 hours ago
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Leite Ninho

http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/10/doadora-leite-materno-processa-danilo-gentili.html

Liberdade de Expressão

Bom, pensando em liberdade de expressão, todos temos o direito de falar o que quisermos sobre qualquer pessoa do planeta?

Partindo de um ponto onde criticar um grupo é aceitável.. vejamos, todos falamos mal do MST, dos evangélicos, dos funkeiros etc e tal; e todas as maldades que são ditas se referem ao grupo inteiro.

Quando fazemos um comentário sobre uma pessoa qualquer, fazemos o mesmo que o grupo, o problema é que falar de uma pessoa permite a personificação da palavra (da sua zueira).

Obviamente o danilo gentili, bobão, fazendo piadas sobre uma mulher que faz uma enorme contribuição para a saúde do país, apenas quis ganhar mais fama e IBOPE.

Ele fez uma ótima piada que acabou “manchando” (de leite) a imagem desta mulher.

Piadas existem e nunca irão acabar.

O problema é que todas as pessoas sentem-se mal quando são alvos de criticos sem nomes.

Por mais que você faça algo bom, ninguém está dando o mísero foda-se para você.

A graça é tirar sarro de tudo e de todos, e é aí que existe o problema.

O problema existe em literalmente a zueira não ter limites, e ao fato de as pessoas não quererem o bem do outro.

Ponto.